No futuro, Mesa deve trazer o cache de shader GLSL ativado por padrão


Com a chegada do suporte para cache de shader GLSL no Mesa, veio também uma limitação inicial onde todo o cache seria apagado se um usuário alternasse entre aplicativos de 32 e 64 bits, impedindo a ativação do recurso por padrão, porém, felizmente, isso agora foi corrigido. Este é mais um marco importante conquistado pelo projeto, o que deve trazer melhorias de desempenho, principalmente para placas de vídeo da AMD.

A novidade é possível graças ao desenvolvedor Timothy Arceri, da Valve, que anunciou recentemente no Mesa Git patches que corrigem o problema, permitido o suporte para várias arquiteturas. Agora que o cache de shader GLSL funciona corretamente ao alternar entre aplicações e jogos de 32 e 64 bits, com os futuros testes dando sinal verde, o recurso poderá ser ativado por padrão no Mesa 17.1 e o driver RadeonSI, que lida com GPUs do lado vermelho da força, receberá uma grande ajuda para rodar games AAA no sistema do pinguim com melhorias no desempenho.

Além de poder melhorar o desempenho com jogos, o recurso também ajudará no tempo de carregamento dos games, seja na inicialização ou quando for carregada uma nova área dentro do game, por exemplo. Confira logo abaixo alguns benchmarks do site Phoronix com o Mesa 17.1-dev (do PPA Padoka) com o cache de shader GLSL ativado. Nos testes, foi usado as placas AMD Radeon RX 470 e RX 480:









Você pode conferir todos os testes de benchmark realizados pelo Phoronix clicando aqui. Mais novidades estarão disponíveis em breve, fique ligado no LinuxBuzz!


FONTE: Phoronix[1]  [2] | GamingOnLinux

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