Summit: novo supercomputador mais rápido do mundo inaugurado nos EUA roda Linux


O departamento de energia dos Estados Unidos (US Department of Energy) inaugurou na semana passada o Summit, considerado o supercomputador científico mais rápido do mundo, feito em parceria com a IBM e que custou US$ 200 milhões. O Summit é mais rápido até mesmo que o supercomputador "Sunway TaihuLight" da China, a partir do ápice dos seus 200 petaflops. Mas fica ainda melhor.

Como você deve saber, todos os 500 principais supercomputadores do mundo funcionam com Linux no momento — e os fãs do sistema do pinguim entre vocês ficarão felizes em saber que esse novo supercomputador não vai na contra mão das estatísticas. Sim, o Summit roda Linux. Especificamente, o Red Hat Enterprise Linux (RHEL).

Possuir o supercomputador mais rápido do mundo é um sinal de conquista tecnológica nacional. Mas os Estados Unidos teve que trabalhar duro para reivindicar o título de "computador mais rápido da terra" da China e seu sistema Sunway TaihuLight. O US Department of Energy (DoE) uniu-se à icônica empresa de computação IBM e à NVIDIA para projetar uma máquina capaz de bater o melhor já registrado e estabelecer um novo benchmark impressionante. E que rival criaram: o Summit entrega o dobro da velocidade do supercomputador mais poderoso da China.

Paresh Kharya, diretor de marketing e gerenciamento de produtos para computação acelerada da NVIDIA, destaca que o Summit não é apenas "o mais poderoso e inteligente supercomputador do mundo", mas também "o maior supercomputador acelerado por GPU do mundo".


Sob o capô do gigante estão 4.608 servidores de computação, cada um com dois chips IBM Power9 de 22 núcleos e seis GPUs NVIDIA Tesla V100, além de mais de 10 petabytes de memória e 250 petabytes de armazenamento — uma conexão coletiva que faz com que o supercomputador consuma uma colossal 13MW de energia quando está em plena potência. A contagem geral de CPUs, núcleos e GPUs do Summit é de 9.216 CPUs IBM POWER9, 202.752 núcleos POWER9 e 27.648 GPUs NVIDIA Volta.

O propósito do supercomputador Summit

Tão impressionante e grandioso quanto os supercomputadores soam no papel, é importante lembrar que eles são feitos para um propósito. Essas máquinas estão na vanguarda da tecnologia moderna e da ciência de ponta.

Desde inteligência artificial e aprendizado de máquina até simular modelos climáticos e ajudar a criar novos materiais, máquinas como a Summit são a chave para desvendar os avanços da computação, da medicina, da energia e do nosso lugar no universo.

Mais detalhes sobre a Summit podem ser encontrados no site ORNL.gov. Se você está interessado no lado profundamente técnico, confira a postagem detalhada no blog oficial da NVIDIA, clicando aqui.


FONTE: OMG! Ubuntu!

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