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A Microsoft anunciou durante a sua conferência Build 2019 diversas algumas novidades envolvendo a plataforma Linux e uma delas foi a segunda versão do Windows Subsystem for Linux, que chega para trazer um aumento substancial no desempenho do sistema de arquivos e compatibilidade total com as chamadas do sistema.

Na manhã desta segunda-feira (6), durante a sua conferência para desenvolvedores Build 2019, a Microsoft anunciou o "Windows Terminal" como o mais novo recurso inspirado no Linux que chega ao Windows 10. O aplicativo foi projetado para ser o local central para acesso a ambientes como PowerShell, CMD e o Windows Subsystem for Linux (WSL).

Quando a Microsoft anunciou que estava mudando a base do Edge para o Chromium, alguns se perguntaram se a empresa poderia permitir que o navegador também fosse lançado no Linux. Acontece que a primeira versão de desenvolvimento (apenas para Windows) do browser foi disponibilizada para download nesta semana, anunciando também que uma versão para o macOS está chegando "muito em breve". Mas e o Linux?

A Canonical anunciou na última quinta-feira (4) que o Visual Studio Code, da Microsoft, agora está "oficialmente" disponível como um aplicativo Snap. Na verdade, a IDE já se encontrava na Snap Sore, podendo ser instalada no formato universal em praticamente qualquer distribuição Linux, porém, ambas as empresas decidiram tornar isso algo oficial.

A Microsoft lançou o novo Skype para Web, permitindo que os usuários conversem com seus contatos sem a necessidade de instalar um cliente de desktop. Enquanto isso é possível usando nada mais do que um navegador, a nova versão do serviço de mensagem e vídeo conferência da Microsoft vem com algumas limitações inesperadas.

A Microsoft anunciou recentemente que a próxima atualização de abril de 2019 do Windows 10, também conhecida como versão 1903, trará mais alguns novos aprimoramentos para o WSL (Windows Subsystem for Linux). Uma das principais novidades é a adição do suporte para acessar arquivos do Linux através do gerenciador de arquivos File Explorer.

Segundo o gerente de produtos da Microsoft, Kenneth Auchenberg, a Mozilla deve desistir de sua própria engine de navegação, chamada de Gecko, e mudar o Firefox para o Chromium (a base do Chrome), pois o que a empresa faz agora, de acordo com o engenheiro, é "construir um universo paralelo que seja usado por menos de 5%" do mercado de navegadores de internet.

O Multipass é um utilitário open source de linha de comando que facilita a criação, o gerenciamento e a manutenção de máquinas virtuais do Ubuntu para simplificar o desenvolvimento de aplicativos. Está disponível no Linux e macOS, da Apple, e a partir de hoje, também pode ser usado pelos usuários do Windows.

A Microsoft anunciou recentemente o "Project Mu", uma implementação open source da UEFI (Unified Extensible Firmware Interface) presente na sua linha de hardware Surface e na plataforma Hyper-V. O novo projeto chega como uma alternativa ao também de código aberto TianoCore que, de acordo com a empresa "não está optimizado para manutenção rápida através de múltiplas linhas de produtos".

Confirmando rumores que surgiram recentemente sobre o assunto, a Microsoft anunciou hoje, 6 de dezembro, que está reconstruindo seu navegador Edge no topo do projeto open source Chromium, no qual é baseado os browsers Google Chrome, Opera e Vivaldi, bem como aplicativos de desktop famosos como o Spotify e frameworks de software cross-platform, como o Electron.

O mais recente projeto de código aberto da Microsoft sob a licença MIT é o "Shader Conductor", criado especialmente para permitir a compilação cruzada da linguagem de programação de alto nível utilizada na criação de shaders HLSL (High Level Shading Language) para outras linguagens, incluindo o uso da GLSL (OpenGL Shading Language) para o OpenGL e Vulkan.

Embora, infelizmente, com a recente atualização do Windows 10 de outubro de 2018 não exista nenhuma melhoria importante no desempenho de I/O para o recurso Windows Subsystem for Linux (WSL), há vários outros novos recursos, bem como a adição da WLinux, distribuição Linux baseada no Debian criada especificamente para uso no WSL, estando disponível através da Microsoft Store.

Após a iniciativa da Microsoft de se juntar à Open Invention Network (OIN) e permitir que grande parte de sua vasta coleção de 60 mil patentes seja agora utilizada por empresas e desenvolvedores que trabalham com o Linux e o ecossistema open source, a Free Software Foundation (FSF) parece ter gostado da decisão, mas quer que a empresa de Redmond faça mais.

Segundo fontes próximas ao site Kotaku, a Microsoft está planejando adquirir a desenvolvedora independente Obsidian Entertainment, responsável por games como a franquia Pillars of Eternity e KOTOR 2, ambos com suporte para Linux, bem como South Park: The Stick of Truth e Fallout: New Vegas. A informação pode chegar como uma má notícia especialmente para os jogadores Linux que são fãs de RPGs do estúdio.

Pegando muita gente de surpresa, a Microsoft anunciou hoje (10) à sua entrada na Open Invention Network (OIN) para "proteger o Linux e o código aberto". Com isso, a empresa de Redmond vai compartilhar 60 mil patentes com outras empresas e desenvolvedores de projetos de código aberto, protegendo especialmente quem trabalha com o Linux de processo judiciais envolvendo propriedade intelectual. Por outro lado, a Microsoft também terá acesso gratuito às centenas de milhares de patentes de outras companhias.

Agora ficou mais fácil rodar o Ubuntu no Windows 10 como uma máquina virtual — e tudo graças à Microsoft. Isso porque os usuários do Windows 10 Pro agora podem criar uma máquina virtual aprimorada do sistema operacional da Canonical diretamente da ferramenta Hyper-V Quick Create com menos etapas de pós-instalação necessárias para torná-lo utilizável, algo que antes era um tanto problemático de se fazer.

Agora está mais fácil instalar o PowerShell em distribuições Linux, graças a uma parceria entre a Canonical e a Microsoft para levar o PowerShell Core para a Snap Store como um aplicativo Snap. A mudança permite que usuários e administradores do Linux executem a versão mais recente do PowerShell de maneira mais segura seja, por exemplo, na nuvem, desktop ou na internet das coisas (IoT).

No início de 2017, a Microsoft abriu o código sob a licença MIT do seu compilador de shaders para o DirectX baseado na infraestrutura do LLVM/Clang, o DirectX Shader Compiler, e agora, graças ao trabalho de alguns engenheiros da Google, este compilador de shaders pode ser executado no Linux. As mudanças necessárias no suporte ao Linux ainda não estão presentes no repositório principal da Microsoft no GitHub, mas sim em um fork criado pela própria Google.

Nem todo mundo está empolgado com a notícia de que a Microsoft está comprando o GitHub — e alguns amantes do Linux podem até achar que a Linux Foundation está entre eles. Mas não é bem assim: o chefe da fundação acredita que a Microsoft comprando o GitHub é uma “boa notícia” para a comunidade open source e que devemos “celebrar a jogada inteligente da Microsoft”.

No final da semana passada, um relatório de notícias sugeriu que a Microsoft estava fazendo progresso nas negociações para adquirir o popular site de hospedagem de código GitHub. Mas agora é oficial: a gigante de Redmond concordou em pagar US$ 7,5 bilhões, ou seja, 2,5 bilhões a mais do que os US$ 5 bilhões inicialmente previstos para adquirir o GitHub.