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Um dia após o lançamento de DEATH STRANDING no Windows, a Valve anunciou uma nova versão RC (Release Candidate) do Proton, a 5.0-9/5.0-10, que traz como principal mudança a capacidade de rodar o jogo no Linux, que por curiosidade faz uso exclusivamente do DirectX 12 no PC. Para quem não está muito familiarizado no assunto, o Proton (baseado no Wine) é a principal ferramenta que permite ao cliente Steam rodar no Linux games que antes eram exclusivos apenas do Windows por meio do recurso Steam Play.

Uma nova versão importante do cliente de email da Mozilla já está disponível. Trata-se do Thunderbird 78, que carrega uma série de mudanças importantes, novos recursos e melhorias de usabilidade — embora nem todas as mudanças estejam ativadas por padrão. Aqueles usando complementos devem observar que este lançamento suporta apenas MailExtensions, o que significa que complementos mais antigos baseados em XUL não são suportados.

A Mozilla lançou oficialmente seu serviço VPN em um total de seis países diferentes, mas a fundação promete expandi-lo para mais regiões e plataformas nos próximos meses. Nesse momento, apenas os EUA, Reino Unido, Canadá, Nova Zelândia, Cingapura e Malásia possuem acesso à novidade. Além disso, é necessário também estar executando Windows, Android ou iOS (ainda em versão beta).

Há muito tempo o Linux é descrito como rival do Windows, mas com a ressalva de que sua adoção estagnou mais ou menos a um nível que permitiu à Microsoft sempre ter certeza de que seu domínio no desktop sobreviveria a longo prazo. Em outras palavras, a base de instalação das distribuições Linux, especialmente no mercado consumidor, nunca melhorou em um ritmo que ameaçaria a posição de liderança do Windows no mercado de sistemas operacionais.

A NVIDIA lançou recentemente uma pequena parte da sua tecnologia NVAPI, que permite acesso direto às GPUs e drivers da NVIDIA em todas as plataformas Windows, como código open source, sob a licença MIT. A informação vem da equipe de desenvolvedores que trabalha no DXVK, a "camada de tradução" da Vulkan para o Direct3D 9/10/11 que permite rodar jogos com bom desempenho no Linux, quando comparado com a tradicional implementação do Wine que usa o OpenGL.

A comunidade de desenvolvedores que trabalham no Wine tem conquistado um bom progresso no suporte ao software de anti-trapaça "Easy Anti-Cheat" (EAC), da Epic Games. Acontece que no final do mês de junho foi revelado que já era possível executar o jogo Dead By Daylight, embora com um baixo desempenho.

A Google está trazendo sua solução de aplicativos multiplataforma, chamada de Flutter, para o desktop Linux com a ajuda da Canonical. Atualmente, mais de 500.000 desenvolvedores já usam a estrutura de interface do usuário de código aberto da gigante das buscas para criar aplicativos mobile, com a tecnologia sendo frequentemente apresentada como uma alternativa ao React Native.

Após anunciar o driver 450.51 Beta no final de junho, a NVIDIA decidiu liberar a primeira versão estável do seu driver de vídeo da série 450 para a plataforma Linux. Trata-se da versão 450.57, que chega trazendo suporte para o recurso "direct-to-display" com a Vulkan para o padrão DisplayPort conectado via DP-MST, mais melhorias para a tecnologia PRIME e suporte para desligar a vRAM em configurações de software ou hardware selecionadas.

Enquanto o pessoal por trás do Wine continua trabalhando no VKD3D para fornecer uma camada de tradução do Direct3D 12 sobre a Vulkan no Wine, um desenvolvedor da equipe Proton, da Valve, criou um fork da implementação, que está sendo chamado de "VKD3D-Proton" e que concentra todos os esforços da empresa para oferecer o melhor suporte ao D3D12 no Proton, a principal ferramenta que alimenta o Steam Play.

Em meados de setembro de 2019, a fundação Mozilla anúncio o que tantas pessoas, especialmente os usuários do Firefox, receberam com muita empolgação: o navegador deveria passar de um cronograma de lançamento de seis semanas para um ciclo de quatro semanas. Em outras palavras, as principais atualizações do Firefox passaram a chegar a cada quatro semanas.

Conhecido como o pai do Linux, Linus Torvalds falou um pouco mais sobre o seu papel como mantenedor do kernel em uma conversa com Dirk Hohndel, vice-presidente e diretor de código aberto da VMware, durante um bate-papo na Open Source Summit and Embedded Linux Conference: Europe. "Eu leio email, escrevo email, não codifico mais", disse ele.

Foi lançado recentemente o Linux Kernel 5.5, que chegou trazendo diversas melhorias e correções que abrangem os mais diversos hardwares, como é o caso das GPUs Navi, da AMD, onde agora há suporte para overclocking com o OverDrive através de interfaces sysfs, bem coo mais aprimoramentos para para as futuras placas AMD Arcturus, baseadas nos gráficos Vega.

O novo e moderno driver da Intel baseado na arquitetura Gallium3D, que está sendo chamado de "Iris", será o padrão para aqueles executando uma distribuição Linux moderna com os chips gráficos Broadwell "Gen8" e mais recente, substituindo o clássico driver "i965". A mudança deveria ter acontecido na atual versão estável da biblioteca gráfica Mesa, a 19.3, mas ainda era necessários alguns preparativos, com a novidade ficando para o próximo Mesa 20.

Embora a nova BIOS para a AMD Radeon RX 5600 XT traga melhorias impressionantes no desempenho da placa de vídeo no Linux      semelhante ao que acontece no Windows     , permitindo que a GPU possa concorrer melhor com a NVIDIA GeForce RTX 2060, os usuários Linux que ativarem o compilador de shaders ACO, da Valve, receberão ainda mais benefícios de performance, o que deixará a concorrência ainda mais interessante.

Chegando a tempo para a fase "feature freeze" do Mesa 20, onde novos recursos não são mais implementados, mas apenas correções de bugs, o compilador de shaders da Valve criado especialmente para os gráficos AMD agora possui suporte para GPUs GFX6/GCN 1.0, o que deve beneficiar os donos de placas de vídeo da série Radeon HD 7000.

Por meses, a Intel vem preparando seu driver gráfico open source para suportar configuração multi-GPU, onde, com a chegada de suas futuras placas de vídeo Xe, a empresa poderá preparar projetos que combinem os gráficos integrados de seus processadores (iGPU) com suas próprias GPUs dedicadas (dGPU) ou, até mesmo, várias placas gráficas Xe em um único sistema.